terça-feira, 18 de dezembro de 2012

7 comentários:

  1. Quando Deus criou você!
    Ele sabia que todo mundo um dia precisaria de colo.
    Que fosse criança ou adulto,Velho ou moço,
    rico ou pobre....
    Ele sabia que o calor dos seus braços
    diminuiria muita dor...
    Que um beijo seu curaria muitas feridas.
    Que sua voz acalentaria.
    Que seu coração seria grande o suficiente
    para abrigar muitos...
    Tenho certeza,que quando Deus te criou,
    Ele só pensava em anjos...Nós não vemos suas asas,
    Mas podemos sentir quando
    você transmite suas mensagens...
    Você é um Anjo Especial!
    E mais imsportante q tudo isso, vc é
    o meu grande amor!

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  2. No silêncio
    desta tranquila tarde
    sinto uma inquietação
    ainda maior
    A sua ausência
    tudo ao meu redor
    faz-me lembrar
    de ti

    do quanto é
    ruim estar só
    meu coração
    sente-se assim
    não há frio
    nem há calor
    é algo morno
    um querer viver
    um querer sentir

    não há ação
    nem vibração
    só anestesia
    um desejar sonhar
    um desejar sorrir
    não há loucura
    nem há sobriedade
    só eu entorpecido
    de saudades de ti

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  3. http://www.youtube.com/watch?v=AzlZI1QZAyc

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  4. Quero olhar você e ler no seu corpo o nome do poema, que sua alma esconde. E quando me deitar ao seu lado, sentir o cheiro do tesão que sinto em você, no suor que exala da sua doce inspiração! Quero te desvendar apenas com as mãos. Te descrever com as pontas dos dedos, e com minha boca, sentir o sabor doce dos versos e rimas que só leio em você! Venha amor meu... Quero te poetar!..

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  5. Existem duas dores de amor: A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão embrulhados na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel. A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também… Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida… Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente, e que só com muito esforço é possível alforriar. É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’ propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”. Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente… E só então a gente poderá amar, de novo.

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  6. O amor é simples, a gente é quem complica. Pois bem, é hora de descomplicar. Quero simplesmente que saibas: Te amo com tudo o que posso!

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  7. Não sei nem mais dizer O que sinto por você... Se é amor... Se é amizade... Se é paixão... Mas suspeito fortemente Que seja tudo isso junto!

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