Quando Deus criou você! Ele sabia que todo mundo um dia precisaria de colo. Que fosse criança ou adulto,Velho ou moço, rico ou pobre.... Ele sabia que o calor dos seus braços diminuiria muita dor... Que um beijo seu curaria muitas feridas. Que sua voz acalentaria. Que seu coração seria grande o suficiente para abrigar muitos... Tenho certeza,que quando Deus te criou, Ele só pensava em anjos...Nós não vemos suas asas, Mas podemos sentir quando você transmite suas mensagens... Você é um Anjo Especial! E mais imsportante q tudo isso, vc é o meu grande amor!
Quero olhar você e ler no seu corpo o nome do poema, que sua alma esconde. E quando me deitar ao seu lado, sentir o cheiro do tesão que sinto em você, no suor que exala da sua doce inspiração! Quero te desvendar apenas com as mãos. Te descrever com as pontas dos dedos, e com minha boca, sentir o sabor doce dos versos e rimas que só leio em você! Venha amor meu... Quero te poetar!..
Existem duas dores de amor: A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão embrulhados na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel. A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também… Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida… Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente, e que só com muito esforço é possível alforriar. É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’ propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”. Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente… E só então a gente poderá amar, de novo.
Quando Deus criou você!
ResponderExcluirEle sabia que todo mundo um dia precisaria de colo.
Que fosse criança ou adulto,Velho ou moço,
rico ou pobre....
Ele sabia que o calor dos seus braços
diminuiria muita dor...
Que um beijo seu curaria muitas feridas.
Que sua voz acalentaria.
Que seu coração seria grande o suficiente
para abrigar muitos...
Tenho certeza,que quando Deus te criou,
Ele só pensava em anjos...Nós não vemos suas asas,
Mas podemos sentir quando
você transmite suas mensagens...
Você é um Anjo Especial!
E mais imsportante q tudo isso, vc é
o meu grande amor!
No silêncio
ResponderExcluirdesta tranquila tarde
sinto uma inquietação
ainda maior
A sua ausência
tudo ao meu redor
faz-me lembrar
de ti
do quanto é
ruim estar só
meu coração
sente-se assim
não há frio
nem há calor
é algo morno
um querer viver
um querer sentir
não há ação
nem vibração
só anestesia
um desejar sonhar
um desejar sorrir
não há loucura
nem há sobriedade
só eu entorpecido
de saudades de ti
http://www.youtube.com/watch?v=AzlZI1QZAyc
ResponderExcluirQuero olhar você e ler no seu corpo o nome do poema, que sua alma esconde. E quando me deitar ao seu lado, sentir o cheiro do tesão que sinto em você, no suor que exala da sua doce inspiração! Quero te desvendar apenas com as mãos. Te descrever com as pontas dos dedos, e com minha boca, sentir o sabor doce dos versos e rimas que só leio em você! Venha amor meu... Quero te poetar!..
ResponderExcluirExistem duas dores de amor: A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão embrulhados na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel. A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também… Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida… Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente, e que só com muito esforço é possível alforriar. É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’ propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”. Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente… E só então a gente poderá amar, de novo.
ResponderExcluirO amor é simples, a gente é quem complica. Pois bem, é hora de descomplicar. Quero simplesmente que saibas: Te amo com tudo o que posso!
ResponderExcluirNão sei nem mais dizer O que sinto por você... Se é amor... Se é amizade... Se é paixão... Mas suspeito fortemente Que seja tudo isso junto!
ResponderExcluir